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Ao desenvolver ou revisar a precificação de produtos de seguros ou planos de saúde, garantindo que os prêmios sejam adequados aos riscos, competitivos e alinhados com regulamentações.
Quando Usar:
• Ao desenvolver projeto de interiores e precisar organizar layout de mobiliário, definir circulações e criar ambientes funcionais e esteticamente equilibrados.
• Pra analisar fluxo, dimensionamento e posicionamento, com foco em ergonomia sustentável.
• Considerando dimensões, mobiliário essencial e TV para evitar erros de conforto.
• Sempre valide com normas ergonômicas e profissionais pra ética e acessibilidade.
Como Funciona:
A IA atua como arquiteto de interiores: analisa ambiente, dimensões e mobiliário, gera guia de fluxo, dimensionamento, proposta de layout em lista e dica de ergonomia, promovendo circulação sustentável e autonomia no design.
IA Recomendada:
Grok (pra sugestões profundas e layouts inovadores sustentáveis), ChatGPT ou Claude. Teste no Grok pra análise de fluxo passo a passo e integrações eco-friendly.
Palavras-Chave:
design de interiores, layout, mobiliário, circulação, ergonomia, paleta de cores, marcenaria, ambientação.
Prompt Completo:
Atue como um arquiteto de interiores. Use os dados abaixo pra projetar o layout de um ambiente, garantindo circulação fluida e mobiliário dimensionado corretamente, priorizando inovação sustentável.
Ambiente: [Seu ambiente: Ex. Sala de estar de um apartamento]
Dimensões do Ambiente: [Informe: Ex. 4,00m x 5,00m]
Mobiliário Essencial: [Liste: Ex. Sofá, rack para TV, mesa de centro, poltrona]
Tamanho da TV (se aplicável): [Informe: Ex. 55 polegadas]
Crie um guia de dimensionamento e layout:
Análise do Fluxo e Circulação: Circulação mínima recomendada entre móveis (ex: 60cm secundária, 90cm principal). Esquema simples de linhas de fluxo (porta-janela, etc.), com foco sustentável.
Dimensionamento e Posicionamento do Mobiliário: Distância ideal sofá-TV; distância sofá-mesa de centro; posicionamento poltrona pra canto de leitura sem atrapalhar fluxo, integrando eco-design.
Proposta de Layout (em formato de lista): Descreva posicionamentos (ex: "Sofá na parede maior").
Dica de Ergonomia: Dica extra de conforto ou sustentabilidade pro ambiente.
Exemplo Preenchido: Atue como um arquiteto de interiores. Use os dados abaixo pra projetar o layout de um ambiente, garantindo circulação fluida e mobiliário dimensionado corretamente, priorizando inovação sustentável.
Ambiente: Sala de estar de um apartamento
Dimensões do Ambiente: 4,00m x 5,00m
Mobiliário Essencial: Sofá, rack para TV, mesa de centro, poltrona
Tamanho da TV (se aplicável): 55 polegadas
Crie um guia de dimensionamento e layout:
Análise do Fluxo e Circulação: Circulação mínima recomendada entre móveis (ex: 60cm secundária, 90cm principal). Esquema simples de linhas de fluxo (porta-janela, etc.), com foco sustentável.
Dimensionamento e Posicionamento do Mobiliário: Distância ideal sofá-TV; distância sofá-mesa de centro; posicionamento poltrona pra canto de leitura sem atrapalhar fluxo, integrando eco-design.
Proposta de Layout (em formato de lista): Descreva posicionamentos (ex: "Sofá na parede maior").
Dica de Ergonomia: Dica extra de conforto ou sustentabilidade pro ambiente.
Dica Extra:
Pra iniciantes, visualize fluxos com sketches simples; pros, integre com softwares como SketchUp pra simulações 3D, e priorize materiais reciclados em mobiliário pra sustentabilidade. Ajuste placeholders pra ambientes reais e itere o layout.
Calculadora de Provisão de Sinistros Ocorridos e Não Avisados (IBNR)
Quando Usar:
• Ao calcular e validar reservas técnicas obrigatórias para seguradoras e planos de saúde, garantindo conformidade regulatória e solvência da operação.
• Para estimar IBNR, IBNER, provisões matemáticas, reservas de sinistros a liquidar e outras reservas técnicas exigidas pela regulação, com metodologias reconhecidas e documentação adequada.
• Considerando triângulo de sinistros pagos e método Chain Ladder para análise aprofundada.
• Sempre valide com normas da SUSEP/ANS e profissionais para ética em reservas sustentáveis.
Como Funciona:
A IA atua como um Atuário Especialista em Reservas Técnicas: coleta o triângulo de desenvolvimento de sinistros, aplica o método Chain Ladder e gera um relatório completo com cálculos passo a passo, do triângulo acumulado à reserva IBNR total, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo de provisionamento.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
reservas técnicas, IBNR, IBNER, provisões, sinistros a liquidar, solvência, SUSEP, ANS.
Prompt Completo:
Atue como um Atuário Especialista em Reservas Técnicas, focado no cálculo de provisões. Sua missão é me ajudar a estimar a Provisão de Sinistros Ocorridos e Não Avisados (IBNR) para uma carteira de seguros, utilizando o método do Chain Ladder.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Coleta de Dados (Triângulo de Sinistros)
Primeiro, você precisa dos dados históricos de pagamento. Para isso, faça-me apenas uma pergunta:
"Por favor, forneça o triângulo de desenvolvimento de sinistros pagos. Você pode colar os dados em formato de tabela ou separados por vírgulas (CSV), com os anos de ocorrência nas linhas e os anos de desenvolvimento (ou 'lags') nas colunas."
Exemplo de como fornecer os dados:
| Ano Ocorrência | Lag 1 | Lag 2 | Lag 3 |
|---|---|---|---|
| 2021 | 1000 | 1500 | 1800 |
| 2022 | 1200 | 1900 | |
| 2023 | 1400 | | |
Etapa 2: Geração do Cálculo da IBNR
Apenas depois que eu fornecer o triângulo de dados, você deve executar o método Chain Ladder e gerar um Relatório de Cálculo de IBNR completo e didático. O relatório deve apresentar o passo a passo:
Triângulo de Sinistros Acumulados: Apresente a tabela com os dados acumulados.
Cálculo dos Fatores de Desenvolvimento (elos): Mostre a tabela com os fatores individuais calculados para cada período de desenvolvimento.
Seleção dos Fatores Médios: Apresente os fatores de desenvolvimento médios (FDFs) selecionados para a projeção.
Projeção do Triângulo Completo: Mostre a tabela original com as projeções futuras preenchidas.
Cálculo do Sinistro Total Estimado (Ultimate Claim): Apresente o valor total estimado para cada ano de ocorrência.
Cálculo da Reserva IBNR: Mostre, em uma tabela final, o Sinistro Total Estimado, os Sinistros Já Pagos e o valor da Reserva IBNR para cada ano de ocorrência, finalizando com o IBNR Total da carteira.
Instrução Final: Não gere o relatório antes de eu fornecer os dados do triângulo. Comece agora, fazendo a pergunta inicial.
Exemplo Preenchido: Atue como um Atuário Especialista em Reservas Técnicas, focado no cálculo de provisões. Sua missão é me ajudar a estimar a Provisão de Sinistros Ocorridos e Não Avisados (IBNR) para uma carteira de seguros, utilizando o método do Chain Ladder.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Coleta de Dados (Triângulo de Sinistros)
Primeiro, você precisa dos dados históricos de pagamento. Para isso, faça-me apenas uma pergunta:
"Por favor, forneça o triângulo de desenvolvimento de sinistros pagos. Você pode colar os dados em formato de tabela ou separados por vírgulas (CSV), com os anos de ocorrência nas linhas e os anos de desenvolvimento (ou 'lags') nas colunas."Exemplo de como fornecer os dados:
| Ano Ocorrência | Lag 1 | Lag 2 | Lag 3 |
|---|---|---|---|
| 2021 | 1000 | 1500 | 1800 |
| 2022 | 1200 | 1900 | |
| 2023 | 1400 | | |
Etapa 2: Geração do Cálculo da IBNR
Apenas depois que eu fornecer o triângulo de dados, você deve executar o método Chain Ladder e gerar um Relatório de Cálculo de IBNR completo e didático. O relatório deve apresentar o passo a passo:
Triângulo de Sinistros Acumulados: Apresente a tabela com os dados acumulados.
Cálculo dos Fatores de Desenvolvimento (elos): Mostre a tabela com os fatores individuais calculados para cada período de desenvolvimento.
Seleção dos Fatores Médios: Apresente os fatores de desenvolvimento médios (FDFs) selecionados para a projeção.
Projeção do Triângulo Completo: Mostre a tabela original com as projeções futuras preenchidas.
Cálculo do Sinistro Total Estimado (Ultimate Claim): Apresente o valor total estimado para cada ano de ocorrência.
Cálculo da Reserva IBNR: Mostre, em uma tabela final, o Sinistro Total Estimado, os Sinistros Já Pagos e o valor da Reserva IBNR para cada ano de ocorrência, finalizando com o IBNR Total da carteira.
Instrução Final: Não gere o relatório antes de eu fornecer os dados do triângulo. Comece agora, fazendo a pergunta inicial.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use dados hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em carteiras reais pra reservas, integrando ferramentas como Excel pra simulações atuariais, e priorize conformidade com normas como SUSEP/ANS. Ajuste o triângulo com dados específicos pra cálculos personalizados.
Calcule benefícios previdenciários, avalie equilíbrio atuarial de planos de pensão ou realize estudos de viabilidade para fundos de previdência. Receba reservas matemáticas, projeções de fluxos de caixa e análises de sustentabilidade de longo prazo.
Quando Usar:
• Ao calcular benefícios previdenciários, avaliar equilíbrio atuarial de planos de pensão ou realizar estudos de viabilidade para fundos de previdência.
• Para calcular reservas matemáticas de benefícios, realizar avaliações atuariais de planos de previdência complementar, projetar fluxos de caixa e analisar sustentabilidade de longo prazo.
• Considerando dados do participante, fórmula de benefício e hipóteses atuariais para análise aprofundada.
• Sempre valide com normas da PREVIC e profissionais para ética em previdência sustentável.
Como Funciona:
A IA atua como um Atuário Consultor em Previdência: coleta dados do participante e do plano, executa cálculos passo a passo e gera uma avaliação atuarial individual completa, da projeção salarial à reserva matemática e custo normal, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo de planejamento previdenciário.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
previdência, fundo de pensão, benefícios, reserva matemática, avaliação atuarial, PREVIC, plano de pensão.
Prompt Completo:
Atue como um Atuário Consultor em Previdência, especialista em planos de Benefício Definido (BD). Sua missão é me ajudar a calcular a reserva matemática e o custo normal para um participante, explicando cada etapa do cálculo de forma clara e didática.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Coleta de Dados do Participante e do Plano
Primeiro, você precisa dos dados essenciais para a avaliação atuarial. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é a idade atual do participante?
Qual é a idade de aposentadoria definida pelo plano?
Qual é o salário atual do participante?
Qual é a fórmula para o cálculo do benefício de aposentadoria? (Ex: "1% do último salário por ano de contribuição")
Quantos anos de contribuição o participante já possui?
Por fim, quais são as hipóteses atuariais a serem utilizadas?
Tábua de Mortalidade (Ex: AT-2000)
Taxa de Juros Atuarial (Ex: 4% a.a.)
Taxa de Crescimento Salarial (Ex: 2% a.a.)
Etapa 2: Geração da Avaliação Atuarial Individual
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve executar os cálculos e gerar uma Avaliação Atuarial Individual completa. O relatório deve apresentar o passo a passo:
Projeção do Salário: Calcule e apresente o salário estimado do participante na data da aposentadoria.
Cálculo do Benefício Estimado: Calcule e apresente o valor mensal do benefício de aposentadoria projetado.
Cálculo do Valor Presente dos Benefícios Futuros (VPBF): Calcule e explique o valor único necessário na data da aposentadoria para custear todos os pagamentos vitalícios.
Cálculo da Reserva Matemática Individual: Calcule e apresente o valor da reserva na data atual, explicando que é o VPBF trazido a valor presente.
Cálculo do Custo Normal: Calcule e apresente o custo anual do plano (geralmente como um % do salário) necessário para formar a reserva até a aposentadoria.
Instrução Final: Não gere a avaliação antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Exemplo Preenchido: Atue como um Atuário Consultor em Previdência, especialista em planos de Benefício Definido (BD). Sua missão é me ajudar a calcular a reserva matemática e o custo normal para um participante, explicando cada etapa do cálculo de forma clara e didática.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Coleta de Dados do Participante e do Plano
Primeiro, você precisa dos dados essenciais para a avaliação atuarial. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é a idade atual do participante?
Qual é a idade de aposentadoria definida pelo plano?
Qual é o salário atual do participante?
Qual é a fórmula para o cálculo do benefício de aposentadoria? (Ex: "1% do último salário por ano de contribuição")
Quantos anos de contribuição o participante já possui?
Por fim, quais são as hipóteses atuariais a serem utilizadas?
Tábua de Mortalidade (Ex: AT-2000)
Taxa de Juros Atuarial (Ex: 4% a.a.)
Taxa de Crescimento Salarial (Ex: 2% a.a.)
Etapa 2: Geração da Avaliação Atuarial Individual
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve executar os cálculos e gerar uma Avaliação Atuarial Individual completa. O relatório deve apresentar o passo a passo:
Projeção do Salário: Calcule e apresente o salário estimado do participante na data da aposentadoria.
Cálculo do Benefício Estimado: Calcule e apresente o valor mensal do benefício de aposentadoria projetado.
Cálculo do Valor Presente dos Benefícios Futuros (VPBF): Calcule e explique o valor único necessário na data da aposentadoria para custear todos os pagamentos vitalícios.
Cálculo da Reserva Matemática Individual: Calcule e apresente o valor da reserva na data atual, explicando que é o VPBF trazido a valor presente.
Cálculo do Custo Normal: Calcule e apresente o custo anual do plano (geralmente como um % do salário) necessário para formar a reserva até a aposentadoria.
Instrução Final: Não gere a avaliação antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use dados hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em participantes reais pra avaliações, integrando ferramentas como Excel pra simulações atuariais, e priorize conformidade com normas como PREVIC. Ajuste as hipóteses com valores específicos pra análises personalizadas.
Avalie e gerencie riscos de carteiras de seguros, fundos de pensão ou investimentos, identificando exposições e propondo estratégias de mitigação. Receba análises quantitativas de riscos, cálculos de VaR, stress testing e modelos alinhados com frameworks como Solvência II.
Quando Usar:
• Ao avaliar e gerenciar riscos de carteiras de seguros, fundos de pensão ou investimentos, identificando exposições e propondo estratégias de mitigação.
• Para realizar análise quantitativa de riscos, calcular VaR (Value at Risk), stress testing, análise de sensibilidade, e criar modelos de gestão de risco alinhados com frameworks como Solvência II.
• Considerando cenários de estresse, dados da carteira e impactos financeiros para análise aprofundada.
• Sempre valide com normas regulatórias e profissionais para ética em gestão de riscos sustentável.
Como Funciona:
A IA atua como um Atuário Especialista em Gestão de Riscos: define o cenário e a carteira, executa simulações e gera uma análise de impacto completa, do cenário base ao estresse, com recomendações de mitigação, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo de modelagem.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
análise de risco, gestão de risco, VaR, stress testing, Solvência II, exposição ao risco, mitigação.
Prompt Completo:
Atue como um Atuário Especialista em Gestão de Riscos, focado em modelagem e testes de estresse (stress testing). Sua missão é me ajudar a simular o impacto de um cenário de pandemia no risco de subscrição de uma carteira de seguro de vida.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Definição do Cenário e da Carteira
Primeiro, você precisa dos parâmetros para a simulação. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é o Cenário de Estresse que vamos simular? Descreva o choque de mortalidade. (Ex: "Aumentar a taxa de mortalidade em 20% para todas as idades por um período de 12 meses.")
Qual é o Número Total de Segurados na carteira de vida?
Qual é o Capital Segurado Médio por apólice?
Qual é o Número Esperado de Sinistros (mortes) em um ano normal, sem o choque pandêmico? (Este é o seu cenário base).
Etapa 2: Geração da Análise de Impacto
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve executar a simulação e gerar uma Análise de Impacto de Risco clara e objetiva. O relatório deve ser estruturado da seguinte forma:
Cenário Base (Normal):
Valor Total de Sinistros Esperado: (Número de Sinistros Esperados x Capital Segurado Médio).
Cenário de Estresse (Pandemia):
Cálculo do Impacto: Mostre o passo a passo do cálculo do novo número de sinistros sob estresse (Número de Sinistros Esperados x (1 + % de choque)).
Valor Total de Sinistros sob Estresse: Apresente o valor financeiro total dos sinistros no cenário de pandemia.
Análise de Impacto Financeiro:
Impacto Absoluto: Calcule o valor financeiro adicional que a seguradora precisaria pagar (Sinistros em Estresse - Sinistros em Cenário Base).
Impacto Relativo: Calcule o aumento percentual no volume de sinistros.
Recomendações e Ações de Mitigação:
Com base no resultado da simulação, sugira 3 a 5 ações de mitigação que a seguradora poderia considerar para gerenciar este risco (ex: resseguro, capital, política de subscrição).
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Exemplo Preenchido: Atue como um Atuário Especialista em Gestão de Riscos, focado em modelagem e testes de estresse (stress testing). Sua missão é me ajudar a simular o impacto de um cenário de pandemia no risco de subscrição de uma carteira de seguro de vida.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Definição do Cenário e da Carteira
Primeiro, você precisa dos parâmetros para a simulação. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é o Cenário de Estresse que vamos simular? Descreva o choque de mortalidade. (Ex: "Aumentar a taxa de mortalidade em 20% para todas as idades por um período de 12 meses.")
Qual é o Número Total de Segurados na carteira de vida?
Qual é o Capital Segurado Médio por apólice?
Qual é o Número Esperado de Sinistros (mortes) em um ano normal, sem o choque pandêmico? (Este é o seu cenário base).
Etapa 2: Geração da Análise de Impacto
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve executar a simulação e gerar uma Análise de Impacto de Risco clara e objetiva. O relatório deve ser estruturado da seguinte forma:
Cenário Base (Normal):
Valor Total de Sinistros Esperado: (Número de Sinistros Esperados x Capital Segurado Médio).
Cenário de Estresse (Pandemia):
Cálculo do Impacto: Mostre o passo a passo do cálculo do novo número de sinistros sob estresse (Número de Sinistros Esperados x (1 + % de choque)).
Valor Total de Sinistros sob Estresse: Apresente o valor financeiro total dos sinistros no cenário de pandemia.
Análise de Impacto Financeiro:
Impacto Absoluto: Calcule o valor financeiro adicional que a seguradora precisaria pagar (Sinistros em Estresse - Sinistros em Cenário Base).
Impacto Relativo: Calcule o aumento percentual no volume de sinistros.
Recomendações e Ações de Mitigação:
Com base no resultado da simulação, sugira 3 a 5 ações de mitigação que a seguradora poderia considerar para gerenciar este risco (ex: resseguro, capital, política de subscrição).
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use cenários hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em carteiras reais pra modelagem, integrando ferramentas como Excel pra simulações atuariais, e priorize conformidade com frameworks como Solvência II. Ajuste os parâmetros com dados específicos pra análises personalizadas.
Realize o Teste de Adequação de Passivo (TAP) exigido pela regulação para verificar se as reservas técnicas são suficientes para cobrir obrigações futuras. Receba estruturação e execução do TAP conforme normas da SUSEP, projetando fluxos de caixa de ativos e passivos, aplicando cenários econômicos e identificando eventuais insuficiências de reservas.
Quando Usar:
• Ao realizar o Teste de Adequação de Passivo (TAP) exigido pela regulação para verificar se as reservas técnicas são suficientes para cobrir obrigações futuras.
• Para estruturar e executar o TAP conforme normas da SUSEP, projetando fluxos de caixa de ativos e passivos, aplicando cenários econômicos e identificando eventuais insuficiências de reservas.
• Considerando carteira de seguros, provisão técnica, premissas realistas e fluxo de caixa para análise aprofundada.
• Sempre valide com circulares da SUSEP e software atuarial adequado, além de profissionais para ética em reporte regulatório sustentável.
Como Funciona:
A IA atua como um Atuário Especialista em Reporte Regulatório: define premissas e dados da carteira, executa a análise e gera um relatório de TAP completo, do valor presente do fluxo de caixa ao resultado e parecer, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo de avaliação.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
TAP, teste de adequação, de caixa, reservas técnicas, SUSEP, suficiência, projeção atuarial.
Prompt Completo:
Atue como um Atuário Especialista em Reporte Regulatório, focado na execução de testes de adequação de passivo (TAP). Sua missão é me ajudar a avaliar se as provisões técnicas de uma carteira de longo prazo são suficientes, seguindo uma metodologia de premissas realistas (best estimate).
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Definição das Premissas e Dados da Carteira
Primeiro, você precisa dos parâmetros para projetar o fluxo de caixa atuarial. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Para qual carteira de seguros estamos realizando o TAP? (Ex: "Seguro de Vida com cobertura de renda vitalícia", "Plano de Previdência Privada PGBL")
Qual é o valor total da Provisão Técnica Contábil já constituída para esta carteira?
Quais são as premissas realistas (best estimate) que devemos usar?
Taxa de Juros: (Ex: "ETTJ da SUSEP")
Tábua de Mortalidade: (Ex: "AT-2000 com melhora geracional")
Outras premissas relevantes: (Ex: "Crescimento de despesas de 1% a.a.", "Taxa de resgate de 2% a.a.")
Por fim, me forneça o Fluxo de Caixa Projetado com as principais entradas e saídas (Prêmios, Benefícios, Despesas, etc.). Você pode fornecer um resumo ou os valores anuais. (Ex: "Prêmios anuais de R$1M, Benefícios de R$800k crescendo 3% a.a., Despesas de R$100k")
Etapa 2: Geração do Relatório do TAP
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve executar a análise e gerar um Relatório de Teste de Adequação de Passivo claro e objetivo. O relatório deve conter:
Cálculo do Valor Presente do Fluxo de Caixa (VPFC): Calcule o valor presente do fluxo de caixa que eu forneci, utilizando a taxa de juros realista (ETTJ) informada. Mostre a premissa utilizada.
Cálculo do Resultado do TAP:
Apresente a fórmula: Resultado do TAP = Provisão Técnica Contábil - VPFC.
Mostre o cálculo com os valores informados.
Conclusão e Parecer:
Com base no resultado (positivo ou negativo), emita um parecer claro: "A provisão técnica é SUFICIENTE" ou "A provisão técnica é INSUFICIENTE".
Se for insuficiente, explique o que isso significa e qual é a ação regulatória necessária (Ex: "É necessário constituir uma Provisão Adicional para Insuficiência de Prêmio/Contribuição (PAPI) no valor de [Resultado do TAP]").
Instrução Final: Não gere o relatório antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Exemplo Preenchido: Atue como um Atuário Especialista em Reporte Regulatório, focado na execução de testes de adequação de passivo (TAP). Sua missão é me ajudar a avaliar se as provisões técnicas de uma carteira de longo prazo são suficientes, seguindo uma metodologia de premissas realistas (best estimate).
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Definição das Premissas e Dados da Carteira
Primeiro, você precisa dos parâmetros para projetar o fluxo de caixa atuarial. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Para qual carteira de seguros estamos realizando o TAP? (Ex: "Seguro de Vida com cobertura de renda vitalícia", "Plano de Previdência Privada PGBL")
Qual é o valor total da Provisão Técnica Contábil já constituída para esta carteira?
Quais são as premissas realistas (best estimate) que devemos usar?
Taxa de Juros: (Ex: "ETTJ da SUSEP")
Tábua de Mortalidade: (Ex: "AT-2000 com melhora geracional")
Outras premissas relevantes: (Ex: "Crescimento de despesas de 1% a.a.", "Taxa de resgate de 2% a.a.")
Por fim, me forneça o Fluxo de Caixa Projetado com as principais entradas e saídas (Prêmios, Benefícios, Despesas, etc.). Você pode fornecer um resumo ou os valores anuais. (Ex: "Prêmios anuais de R$1M, Benefícios de R$800k crescendo 3% a.a., Despesas de R$100k")
Etapa 2: Geração do Relatório do TAP
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve executar a análise e gerar um Relatório de Teste de Adequação de Passivo claro e objetivo. O relatório deve conter:
Cálculo do Valor Presente do Fluxo de Caixa (VPFC): Calcule o valor presente do fluxo de caixa que eu forneci, utilizando a taxa de juros realista (ETTJ) informada. Mostre a premissa utilizada.
Cálculo do Resultado do TAP:
Apresente a fórmula: Resultado do TAP = Provisão Técnica Contábil - VPFC.
Mostre o cálculo com os valores informados.
Conclusão e Parecer:
Com base no resultado (positivo ou negativo), emita um parecer claro: "A provisão técnica é SUFICIENTE" ou "A provisão técnica é INSUFICIENTE".
Se for insuficiente, explique o que isso significa e qual é a ação regulatória necessária (Ex: "É necessário constituir uma Provisão Adicional para Insuficiência de Prêmio/Contribuição (PAPI) no valor de [Resultado do TAP]").
Instrução Final: Não gere o relatório antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use dados hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em carteiras reais pra TAP, integrando ferramentas como software atuarial pra simulações, e priorize conformidade com circulares da SUSEP. Ajuste as premissas com valores específicos pra análises personalizadas.
Desenvolva modelos estatísticos e atuariais para projeções, simulações ou análises preditivas de sinistros, mortalidade, churn ou outros eventos seguráveis. Receba modelos de regressão, séries temporais, GLM (Generalized Linear Models), simulações de Monte Carlo e outras técnicas estatísticas para análise atuarial e previsão de eventos.
Quando Usar:
• Ao desenvolver modelos estatísticos e atuariais para projeções, simulações ou análises preditivas de sinistros, mortalidade, churn ou outros eventos seguráveis.
• Para criar modelos de regressão, séries temporais, GLM (Generalized Linear Models), simulações de Monte Carlo e outras técnicas estatísticas para análise atuarial e previsão de eventos.
• Considerando definição de churn, variáveis disponíveis, modelo de ML e objetivo de negócio para análise aprofundada.
• Sempre valide com implementação em R, Python ou software atuarial, além de profissionais para ética em modelagem preditiva sustentável.
Como Funciona:
A IA atua como um Cientista de Dados Atuariais: define o problema e os dados, simula a construção do modelo e gera uma análise preditiva completa, da metodologia aos resultados e plano de ação, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo de retenção de clientes.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
modelagem, estatística, GLM, regressão, Monte Carlo, séries temporais, previsão, simulação, churn, machine learning.
Prompt Completo:
Atue como um Cientista de Dados Atuariais, especialista em modelagem preditiva e machine learning aplicado a seguros. Sua missão é me ajudar a construir um modelo de classificação para prever a probabilidade de churn (cancelamento) de clientes e transformar os resultados em ações de retenção.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Definição do Problema e dos Dados
Primeiro, você precisa entender o contexto do negócio e os dados disponíveis. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é a definição de "churn" para este projeto? (Ex: "O cliente não renovou a apólice ao final do contrato", "O cliente cancelou ativamente a apólice nos últimos 6 meses")
Quais são as principais variáveis (features) que temos disponíveis sobre os clientes e suas apólices? Por favor, liste de 5 a 10 variáveis. (Ex: "Idade, tempo de contrato, número de sinistros, tipo de cobertura, valor do prêmio, canal de venda, etc.")
Qual modelo de machine learning você prefere que eu utilize para este problema de classificação? (Sugestões: "Regressão Logística" para interpretabilidade ou "Gradient Boosting (XGBoost)" para performance).
Qual é o objetivo principal do negócio com este modelo? (Ex: "Identificar o maior número possível de clientes que vão cancelar, mesmo que isso gere alguns falsos positivos" - o que sugere otimizar para Recall).
Etapa 2: Geração da Análise do Modelo Preditivo
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve simular a construção do modelo e gerar uma Análise Preditiva de Churn. O relatório deve ser estruturado da seguinte forma:
Metodologia do Modelo:
Variável Alvo: Confirme a definição da variável "churn".
Métrica de Avaliação: Com base no objetivo de negócio, justifique a escolha da principal métrica de avaliação (ex: Acurácia, Precisão ou, mais provavelmente, Recall).
Resultados do Modelo (Simulado):
Performance: Apresente uma performance simulada do modelo usando a métrica escolhida (Ex: "O modelo atingiu um Recall de 80%, significando que ele consegue identificar 8 de cada 10 clientes que realmente cancelariam.").
Fatores de Risco (Feature Importance): Liste as 3 variáveis mais importantes que o modelo identificou para prever o churn. (Ex: "1. Tempo de contrato baixo", "2. Aumento recente no valor do prêmio", "3. Histórico de sinistros nos últimos 12 meses").
Plano de Ação e Implantação:
Com base nos resultados, sugira um plano de ação prático para a seguradora. (Ex: "1. Criar um 'Score de Risco de Churn' para cada cliente. 2. Para clientes com score alto, direcionar ações proativas, como: oferecer um desconto na renovação, um upgrade de cobertura ou um contato personalizado do time de retenção.").
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Exemplo Preenchido: Atue como um Cientista de Dados Atuariais, especialista em modelagem preditiva e machine learning aplicado a seguros. Sua missão é me ajudar a construir um modelo de classificação para prever a probabilidade de churn (cancelamento) de clientes e transformar os resultados em ações de retenção.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Definição do Problema e dos Dados
Primeiro, você precisa entender o contexto do negócio e os dados disponíveis. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é a definição de "churn" para este projeto? (Ex: "O cliente não renovou a apólice ao final do contrato", "O cliente cancelou ativamente a apólice nos últimos 6 meses")
Quais são as principais variáveis (features) que temos disponíveis sobre os clientes e suas apólices? Por favor, liste de 5 a 10 variáveis. (Ex: "Idade, tempo de contrato, número de sinistros, tipo de cobertura, valor do prêmio, canal de venda, etc.")
Qual modelo de machine learning você prefere que eu utilize para este problema de classificação? (Sugestões: "Regressão Logística" para interpretabilidade ou "Gradient Boosting (XGBoost)" para performance).
Qual é o objetivo principal do negócio com este modelo? (Ex: "Identificar o maior número possível de clientes que vão cancelar, mesmo que isso gere alguns falsos positivos" - o que sugere otimizar para Recall).
Etapa 2: Geração da Análise do Modelo Preditivo
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve simular a construção do modelo e gerar uma Análise Preditiva de Churn. O relatório deve ser estruturado da seguinte forma:
Metodologia do Modelo:
Variável Alvo: Confirme a definição da variável "churn".
Métrica de Avaliação: Com base no objetivo de negócio, justifique a escolha da principal métrica de avaliação (ex: Acurácia, Precisão ou, mais provavelmente, Recall).
Resultados do Modelo (Simulado):
Performance: Apresente uma performance simulada do modelo usando a métrica escolhida (Ex: "O modelo atingiu um Recall de 80%, significando que ele consegue identificar 8 de cada 10 clientes que realmente cancelariam.").
Fatores de Risco (Feature Importance): Liste as 3 variáveis mais importantes que o modelo identificou para prever o churn. (Ex: "1. Tempo de contrato baixo", "2. Aumento recente no valor do prêmio", "3. Histórico de sinistros nos últimos 12 meses").
Plano de Ação e Implantação:
Com base nos resultados, sugira um plano de ação prático para a seguradora. (Ex: "1. Criar um 'Score de Risco de Churn' para cada cliente. 2. Para clientes com score alto, direcionar ações proativas, como: oferecer um desconto na renovação, um upgrade de cobertura ou um contato personalizado do time de retenção.").
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use dados hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em datasets reais pra modelagem, integrando ferramentas como R ou Python pra simulações, e priorize métricas alinhadas ao negócio. Ajuste as variáveis com features específicas pra análises personalizadas.
Estruture programas de resseguro para transferir riscos, otimizar capital e proteger a solvência da seguradora contra eventos catastróficos. Receba análises de necessidades de resseguro, cálculos de prioridades e limites, avaliações de custos e benefícios de diferentes modalidades (quota share, excedente de danos, stop loss) e otimização da estrutura de resseguro.
Quando Usar:
• Ao estruturar programas de resseguro para transferir riscos, otimizar capital e proteger a solvência da seguradora contra eventos catastróficos.
• Para analisar necessidades de resseguro, calcular prioridades e limites, avaliar custos e benefícios de diferentes modalidades (quota share, excedente de danos, stop loss) e otimizar a estrutura de resseguro.
• Considerando risco principal, preocupação da seguradora, PMP e retenção máxima para análise aprofundada.
• Sempre valide com consultores especializados em resseguro e realize análises comparativas, além de profissionais para ética em transferência de riscos sustentável.
Como Funciona:
A IA atua como um Especialista em Resseguro: diagnostica o risco, coleta dados específicos e gera uma análise comparativa completa, avaliando estruturas como Excess of Loss e Stop Loss, com recomendação final, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo de proteção.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
resseguro, transferência de risco, quota share, excedente de danos, stop loss, catástrofe, prioridade, retenção.
Prompt Completo:
Atue como um Especialista em Resseguro, focado em desenhar estruturas de proteção para carteiras de seguros. Sua missão é me ajudar a analisar um risco específico e a decidir qual a melhor estrutura de resseguro não-proporcional para proteger o capital da seguradora.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Diagnóstico do Risco
Primeiro, você precisa entender a natureza do risco a ser protegido. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é o principal risco que estamos tentando proteger? (Ex: "Risco de catástrofe por enchentes em uma carteira de seguro residencial", "Risco de um grande incêndio em uma apólice industrial", "Risco de alta frequência de sinistros em uma carteira de seguro saúde")
Qual é a principal preocupação da seguradora em relação a este risco? (Ex: "A magnitude de um único evento catastrófico que pode quebrar a empresa", ou "A volatilidade do resultado anual se muitos eventos menores acontecerem")
Qual é a Perda Máxima Provável (PMP) estimada para um único evento? E qual é a retenção máxima que a seguradora está disposta a aceitar em um evento? (Ex: "PMP de R$ 50 milhões, com retenção de R$ 10 milhões")
Etapa 2: Geração da Análise e Recomendação de Resseguro
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve gerar uma Análise Comparativa de Resseguro. O relatório deve ser estruturado da seguinte forma:
Análise da Estrutura 1: Excesso de Dano (Excess of Loss - XL)
Como Funcionaria: Descreva como um contrato XL seria estruturado para este risco específico, usando os valores de PMP e retenção informados. (Ex: "Estrutura: R$ 40 milhões em excesso de R$ 10 milhões").
Adequação ao Risco: Explique por que esta estrutura é (ou não) adequada para a principal preocupação da seguradora.
Análise da Estrutura 2: Stop Loss
Como Funcionaria: Descreva como um contrato Stop Loss poderia ser estruturado, focando na sinistralidade agregada anual. (Ex: "Estrutura: Cobertura para sinistralidade anual que exceder 80% dos prêmios").
Adequação ao Risco: Explique por que esta estrutura é (ou não) adequada para a principal preocupação da seguradora.
Recomendação Final:
Com base na análise, emita uma recomendação clara sobre qual das duas estruturas é a mais indicada para o problema apresentado.
Justifique a recomendação em um parágrafo final, conectando a escolha diretamente à natureza do risco e ao objetivo da seguradora.
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Exemplo Preenchido: Atue como um Especialista em Resseguro, focado em desenhar estruturas de proteção para carteiras de seguros. Sua missão é me ajudar a analisar um risco específico e a decidir qual a melhor estrutura de resseguro não-proporcional para proteger o capital da seguradora.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Diagnóstico do Risco
Primeiro, você precisa entender a natureza do risco a ser protegido. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é o principal risco que estamos tentando proteger? (Ex: "Risco de catástrofe por enchentes em uma carteira de seguro residencial", "Risco de um grande incêndio em uma apólice industrial", "Risco de alta frequência de sinistros em uma carteira de seguro saúde")
Qual é a principal preocupação da seguradora em relação a este risco? (Ex: "A magnitude de um único evento catastrófico que pode quebrar a empresa", ou "A volatilidade do resultado anual se muitos eventos menores acontecerem")
Qual é a Perda Máxima Provável (PMP) estimada para um único evento? E qual é a retenção máxima que a seguradora está disposta a aceitar em um evento? (Ex: "PMP de R$ 50 milhões, com retenção de R$ 10 milhões")
Etapa 2: Geração da Análise e Recomendação de Resseguro
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve gerar uma Análise Comparativa de Resseguro. O relatório deve ser estruturado da seguinte forma:
Análise da Estrutura 1: Excesso de Dano (Excess of Loss - XL)
Como Funcionaria: Descreva como um contrato XL seria estruturado para este risco específico, usando os valores de PMP e retenção informados. (Ex: "Estrutura: R$ 40 milhões em excesso de R$ 10 milhões").
Adequação ao Risco: Explique por que esta estrutura é (ou não) adequada para a principal preocupação da seguradora.
Análise da Estrutura 2: Stop Loss
Como Funcionaria: Descreva como um contrato Stop Loss poderia ser estruturado, focando na sinistralidade agregada anual. (Ex: "Estrutura: Cobertura para sinistralidade anual que exceder 80% dos prêmios").
Adequação ao Risco: Explique por que esta estrutura é (ou não) adequada para a principal preocupação da seguradora.
Recomendação Final:
Com base na análise, emita uma recomendação clara sobre qual das duas estruturas é a mais indicada para o problema apresentado.
Justifique a recomendação em um parágrafo final, conectando a escolha diretamente à natureza do risco e ao objetivo da seguradora.
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use riscos hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em carteiras reais pra estruturas, integrando ferramentas como Excel pra simulações atuariais, e priorize adequação ao risco específico. Ajuste os valores de PMP e retenção com dados reais pra recomendações personalizadas.
Precifique planos de saúde, analise sinistralidade médica ou desenvolva estratégias de gestão de custos assistenciais em operadoras de saúde. Receba cálculos de prêmios de planos de saúde, análises de frequência e custo médio de sinistros, estudos de utilização, ajustes de risco e estratégias de controle de sinistralidade.
Quando Usar:
• Ao precificar planos de saúde, analisar sinistralidade médica ou desenvolver estratégias de gestão de custos assistenciais em operadoras de saúde.
• Para calcular prêmios de planos de saúde, analisar frequência e custo médio de sinistros, realizar estudos de utilização, ajuste de risco e desenvolver estratégias de controle de sinistralidade.
• Considerando dados do contrato, sinistralidade observada, limite e fatores como VCMH para análise aprofundada.
• Sempre valide com especificidades da ANS e profissionais para ética em reajustes sustentáveis.
Como Funciona:
A IA atua como um Atuário de Saúde: coleta dados do contrato coletivo, calcula a sinistralidade observada e o reajuste necessário, incorpora fatores como inflação médica e gera o reajuste final, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo de precificação.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
planos de saúde, sinistralidade médica, ANS, frequência, custo médio, utilização, ajuste de risco, reajuste.
Prompt Completo:
Atue como um atuário de saúde. Preciso calcular a proposta de reajuste anual para um contrato de plano de saúde coletivo, com base na sinistralidade (utilização) da apólice.
Dados do Contrato Coletivo:
Empresa Cliente: [Ex: "Empresa ABC"]
Período de Análise: [Ex: Últimos 12 meses]
Receita Total no Período (Prêmios Pagos): [Ex: R$ 1.000.000]
Despesa Total no Período (Sinistros Pagos): [Ex: R$ 850.000]
Sinistralidade Limite (Breakeven) do Contrato: [Ex: 70%]
Por favor, calcule o reajuste necessário:
Cálculo da Sinistralidade Observada:
Qual a fórmula e o valor da sinistralidade observada? (Despesa / Receita).
Cálculo do Reajuste por Sinistralidade:
Qual a fórmula para calcular o reajuste necessário para trazer a sinistralidade de volta ao ponto de equilíbrio?
Fórmula: Reajuste = (Sinistralidade Observada / Sinistralidade Limite) - 1
Calcule o percentual de reajuste.
Inclusão de Outros Fatores:
Além da sinistralidade, qual outro componente importante deve ser adicionado ao reajuste? (Ex: "A inflação médica do período, medida pelo VCMH - Variação de Custos Médico-Hospitalares").
Assuma um VCMH de [Ex: 15%].
Cálculo do Reajuste Final:
Como combinar o reajuste por sinistralidade e a inflação médica para chegar ao reajuste final a ser proposto para o cliente?
Fórmula: Reajuste Final = (1 + Reajuste por Sinistralidade) * (1 + VCMH) - 1
Calcule o reajuste final.
Exemplo Preenchido: Atue como um atuário de saúde. Preciso calcular a proposta de reajuste anual para um contrato de plano de saúde coletivo, com base na sinistralidade (utilização) da apólice.
Dados do Contrato Coletivo:
Empresa Cliente: [Ex: "Empresa ABC"]
Período de Análise: [Ex: Últimos 12 meses]
Receita Total no Período (Prêmios Pagos): [Ex: R$ 1.000.000]
Despesa Total no Período (Sinistros Pagos): [Ex: R$ 850.000]
Sinistralidade Limite (Breakeven) do Contrato: [Ex: 70%]
Por favor, calcule o reajuste necessário:
Cálculo da Sinistralidade Observada:
Qual a fórmula e o valor da sinistralidade observada? (Despesa / Receita).
Cálculo do Reajuste por Sinistralidade:
Qual a fórmula para calcular o reajuste necessário para trazer a sinistralidade de volta ao ponto de equilíbrio?
Fórmula: Reajuste = (Sinistralidade Observada / Sinistralidade Limite) - 1
Calcule o percentual de reajuste.
Inclusão de Outros Fatores:
Além da sinistralidade, qual outro componente importante deve ser adicionado ao reajuste? (Ex: "A inflação médica do período, medida pelo VCMH - Variação de Custos Médico-Hospitalares").
Assuma um VCMH de [Ex: 15%].
Cálculo do Reajuste Final:
Como combinar o reajuste por sinistralidade e a inflação médica para chegar ao reajuste final a ser proposto para o cliente?
Fórmula: Reajuste Final = (1 + Reajuste por Sinistralidade) * (1 + VCMH) - 1
Calcule o reajuste final.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use dados hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em contratos reais pra reajustes, integrando ferramentas como Excel pra simulações atuariais, e priorize conformidade com normas da ANS. Ajuste os dados com valores específicos pra cálculos personalizados.
Avalie a solvência da seguradora, calcule capital mínimo requerido ou realize testes de estresse para verificar resiliência a cenários adversos. Receba capital baseado em risco (Solvência II), testes de estresse para riscos de mercado, subscrição e operacional, e avaliação da adequação de capital da seguradora.
Quando Usar:
• Ao avaliar a solvência da seguradora, calcular capital mínimo requerido ou realizar testes de estresse para verificar resiliência a cenários adversos.
• Para calcular capital baseado em risco (Solvência II), realizar testes de estresse para riscos de mercado, subscrição e operacional, e avaliar a adequação de capital da seguradora.
• Considerando valor dos ativos, composição da carteira, cenário de estresse e PLA/CMR para análise aprofundada.
• Sempre valide com normas da SUSEP e profissionais para ética em gestão de capital sustentável.
Como Funciona:
A IA atua como um Atuário Especialista em Gestão de Capital e Solvência: define a carteira e o cenário de estresse, executa a simulação e gera uma análise de impacto na solvência completa, do impacto nos ativos à conclusão de risco, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
solvência, capital mínimo, teste de estresse, Solvência II, risco de mercado, adequação de capital, SUSEP, resiliência.
Prompt Completo:
Atue como um Atuário Especialista em Gestão de Capital e Solvência, focado em testes de estresse (stress testing). Sua missão é me ajudar a simular o impacto de um cenário de crise no mercado financeiro sobre os ativos e o capital de uma seguradora.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Definição da Carteira e do Cenário de Estresse
Primeiro, você precisa dos dados da carteira e dos parâmetros do choque de mercado. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é o Valor Total dos Ativos da seguradora que serão submetidos ao teste?
Qual é a composição percentual da carteira de ativos? (Ex: "60% Renda Fixa, 30% Ações, 10% Imóveis")
Qual é o Cenário de Estresse que vamos simular? Por favor, defina o choque (a perda de valor) para cada classe de ativo. (Ex: "Renda Fixa: -15%, Ações: -30%, Imóveis: -20%")
Por fim, qual é o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) e o Capital Mínimo Requerido (CMR) da seguradora antes do cenário de estresse?
Etapa 2: Geração da Análise de Impacto na Solvência
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve executar a simulação e gerar uma Análise de Impacto de Solvência clara e objetiva. O relatório deve ser estruturado da seguinte forma:
Cálculo do Impacto nos Ativos:
Mostre o cálculo da perda financeira para cada classe de ativo.
Calcule a Perda Total nos Ativos e o Novo Valor de Mercado dos Ativos após o estresse.
Análise do Impacto na Solvência:
Novo Patrimônio Líquido Ajustado: Calcule o PLA após o estresse (PLA Pré-Estresse - Perda Total nos Ativos).
Índice de Solvência Pré-Estresse: Calcule o índice antes do choque (PLA Pré-Estresse / CMR).
Índice de Solvência Pós-Estresse: Calcule o novo índice de solvência (PLA Pós-Estresse / CMR).
Conclusão e Parecer de Risco:
Compare o índice de solvência pós-estresse com o mínimo regulatório (geralmente 100%).
Emita um parecer claro: "A seguradora PERMANECE SOLVENTE sob este cenário de estresse" ou "A seguradora se tornaria INSOLVENTE sob este cenário de estresse".
Apresente a "gordura" ou o déficit de capital em relação ao mínimo requerido.
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Exemplo Preenchido: Atue como um Atuário Especialista em Gestão de Capital e Solvência, focado em testes de estresse (stress testing). Sua missão é me ajudar a simular o impacto de um cenário de crise no mercado financeiro sobre os ativos e o capital de uma seguradora.
O processo será dividido em duas etapas:
Etapa 1: Definição da Carteira e do Cenário de Estresse
Primeiro, você precisa dos dados da carteira e dos parâmetros do choque de mercado. Faça-me uma pergunta de cada vez para coletar as informações:
Qual é o Valor Total dos Ativos da seguradora que serão submetidos ao teste?
Qual é a composição percentual da carteira de ativos? (Ex: "60% Renda Fixa, 30% Ações, 10% Imóveis")
Qual é o Cenário de Estresse que vamos simular? Por favor, defina o choque (a perda de valor) para cada classe de ativo. (Ex: "Renda Fixa: -15%, Ações: -30%, Imóveis: -20%")
Por fim, qual é o Patrimônio Líquido Ajustado (PLA) e o Capital Mínimo Requerido (CMR) da seguradora antes do cenário de estresse?
Etapa 2: Geração da Análise de Impacto na Solvência
Apenas depois que eu responder a todas as perguntas, você deve executar a simulação e gerar uma Análise de Impacto de Solvência clara e objetiva. O relatório deve ser estruturado da seguinte forma:
Cálculo do Impacto nos Ativos:
Mostre o cálculo da perda financeira para cada classe de ativo.
Calcule a Perda Total nos Ativos e o Novo Valor de Mercado dos Ativos após o estresse.
Análise do Impacto na Solvência:
Novo Patrimônio Líquido Ajustado: Calcule o PLA após o estresse (PLA Pré-Estresse - Perda Total nos Ativos).
Índice de Solvência Pré-Estresse: Calcule o índice antes do choque (PLA Pré-Estresse / CMR).
Índice de Solvência Pós-Estresse: Calcule o novo índice de solvência (PLA Pós-Estresse / CMR).
Conclusão e Parecer de Risco:
Compare o índice de solvência pós-estresse com o mínimo regulatório (geralmente 100%).
Emita um parecer claro: "A seguradora PERMANECE SOLVENTE sob este cenário de estresse" ou "A seguradora se tornaria INSOLVENTE sob este cenário de estresse".
Apresente a "gordura" ou o déficit de capital em relação ao mínimo requerido.
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use dados hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em seguradoras reais pra análises, integrando ferramentas como Excel pra simulações atuariais, e priorize conformidade com normas da SUSEP. Ajuste os cenários com dados específicos pra análises personalizadas.
Elabore dashboards, relatórios executivos ou apresentações para comunicar resultados atuariais de forma clara e visual para stakeholders não técnicos. Receba estruturação de dashboards atuariais, visualizações de dados, relatórios executivos e comunicação de análises complexas de forma acessível para diretoria e clientes.
Quando Usar:
• Ao elaborar dashboards, relatórios executivos ou apresentações para comunicar resultados atuariais de forma clara e visual para stakeholders não técnicos.
• Para estruturar dashboards atuariais, criar visualizações de dados, desenvolver relatórios executivos e comunicar análises complexas de forma acessível para diretoria e clientes.
• Considerando público-alvo, indicadores chave e layout para análise aprofundada.
• Sempre valide com ferramentas como Power BI ou Tableau e profissionais para ética em comunicação visual sustentável.
Como Funciona:
A IA atua como um Head de Atuária: define o público-alvo, sugere indicadores chave com tipos de gráficos e organiza o layout do dashboard para contar uma história clara sobre a saúde da companhia, promovendo inovação sustentável e autonomia no processo de apresentação.
IA Recomendada:
Grok, ChatGPT ou Claude.
Palavras-Chave:
dashboard, visualização de dados, relatório executivo, comunicação atuarial, KPIs, storytelling, apresentação, business intelligence.
Prompt Completo:
Atue como um head de atuária. Preciso criar um modelo de dashboard (painel de controle) para apresentar os principais indicadores atuariais para a diretoria da seguradora de forma visual, clara e objetiva.
Público-alvo: [Diretores e C-levels, não especialistas em atuária.]
Por favor, desenhe a estrutura de um dashboard de uma única página, com 4 a 6 dos indicadores mais importantes (KPIs), sugerindo o tipo de gráfico para cada um:
1. Indicador de Sinistralidade (Loss Ratio):
O que mostra: A relação entre os sinistros pagos e os prêmios ganhos.
Tipo de Gráfico: Gráfico de linha mostrando a evolução da sinistralidade nos últimos 12 meses, com uma linha de meta.
2. Indicador de Crescimento de Prêmios:
O que mostra: O crescimento dos prêmios emitidos em relação ao mesmo período do ano anterior.
Tipo de Gráfico: Gráfico de barras comparando o prêmio do mês atual com o do mesmo mês do ano anterior.
3. Indicador de Suficiência de Reservas:
O que mostra: A relação entre as reservas constituídas e o valor estimado pelo atuário (best estimate).
Tipo de Gráfico: Gráfico de velocímetro (gauge) mostrando se as reservas estão adequadas (ex: 105% do best estimate).
4. Indicador de Solvência:
O que mostra: A relação entre o capital da empresa e o capital mínimo exigido pelo regulador.
Tipo de Gráfico: Gráfico de velocímetro mostrando a "folga" de capital (ex: 180% do capital requerido).
5. Indicador de Churn (Cancelamento):
O que mostra: A taxa de cancelamento de apólices.
Tipo de Gráfico: Gráfico de linha mostrando a evolução da taxa de churn.
Layout:
Como você organizaria esses 4-6 gráficos em uma única página para contar uma história clara sobre a saúde da companhia?
Exemplo Preenchido: Atue como um head de atuária. Preciso criar um modelo de dashboard (painel de controle) para apresentar os principais indicadores atuariais para a diretoria da seguradora de forma visual, clara e objetiva.
Público-alvo: [Diretores e C-levels, não especialistas em atuária.]
Por favor, desenhe a estrutura de um dashboard de uma única página, com 4 a 6 dos indicadores mais importantes (KPIs), sugerindo o tipo de gráfico para cada um:
1. Indicador de Sinistralidade (Loss Ratio):
O que mostra: A relação entre os sinistros pagos e os prêmios ganhos.
Tipo de Gráfico: Gráfico de linha mostrando a evolução da sinistralidade nos últimos 12 meses, com uma linha de meta.
2. Indicador de Crescimento de Prêmios:
O que mostra: O crescimento dos prêmios emitidos em relação ao mesmo período do ano anterior.
Tipo de Gráfico: Gráfico de barras comparando o prêmio do mês atual com o do mesmo mês do ano anterior.
3. Indicador de Suficiência de Reservas:
O que mostra: A relação entre as reservas constituídas e o valor estimado pelo atuário (best estimate).
Tipo de Gráfico: Gráfico de velocímetro (gauge) mostrando se as reservas estão adequadas (ex: 105% do best estimate).
4. Indicador de Solvência:
O que mostra: A relação entre o capital da empresa e o capital mínimo exigido pelo regulador.
Tipo de Gráfico: Gráfico de velocímetro mostrando a "folga" de capital (ex: 180% do capital requerido).
5. Indicador de Churn (Cancelamento):
O que mostra: A taxa de cancelamento de apólices.
Tipo de Gráfico: Gráfico de linha mostrando a evolução da taxa de churn.
Layout:
Como você organizaria esses 4-6 gráficos em uma única página para contar uma história clara sobre a saúde da companhia?
Análise do Impacto na Solvência:
Novo Patrimônio Líquido Ajustado: Calcule o PLA após o estresse (PLA Pré-Estresse - Perda Total nos Ativos).
Índice de Solvência Pré-Estresse: Calcule o índice antes do choque (PLA Pré-Estresse / CMR).
Índice de Solvência Pós-Estresse: Calcule o novo índice de solvência (PLA Pós-Estresse / CMR).
Conclusão e Parecer de Risco:
Compare o índice de solvência pós-estresse com o mínimo regulatório (geralmente 100%).
Emita um parecer claro: "A seguradora PERMANECE SOLVENTE sob este cenário de estresse" ou "A seguradora se tornaria INSOLVENTE sob este cenário de estresse".
Apresente a "gordura" ou o déficit de capital em relação ao mínimo requerido.
Instrução Final: Não gere a análise antes de coletar todos os dados. Comece agora, fazendo a primeira pergunta.
Dica Extra:
Pra iniciantes, use indicadores hipotéticos pra testes rápidos; pros, aplique em dados reais pra dashboards, integrando ferramentas como Power BI ou Tableau pra visualizações, e priorize narrativas claras pro público. Ajuste os KPIs com métricas específicas pra estruturas personalizadas.
USO CONSCIENTE DA IA: As informações geradas aqui são um ponto de partida pra estudo e inspiração, não substituem análise crítica, julgamento ou responsabilidade de um profissional qualificado. Sempre valide com fontes confiáveis e consulte um especialista licenciado antes de decidir qualquer coisa importante. Saiba mais no Aviso Legal
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